*** Pântaninho ***

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** Antiga São Carlos do Pântano **

A Ascensão de Jesus Cristo Aos Céus

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Yeshua Jesus Cristo Nosso Eterno Senhor e Salvador

The Teacher (Nosso Mestre)

Cerimonial à São Carlos do Pântano

Lagoa da Prata A Capital Mineira do Verde

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Avenida Brasil - Àrea Central

Lagoa da Prata Tem Jeito Jesus

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O Rei do Universo Infinito Criador da Existência

Lagoa da Prata e Super JC7

Musicistas Lagopratenses No Edital de Feliz Natal e Próspero 2017

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Obras do PAC Proporcionam mais Qualidade de Vida para a População em Minas Gerais

O sistema de esgotamento sanitário do município mineiro de Lagoa da Prata, no Alto São Francisco, está em pleno funcionamento, tratando 100% do esgoto que hoje chega à bacia do rio Jacaré, afluente do rio São Francisco. A obra custou R$ 32 milhões e os recursos são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A ação resultou de uma parceria entre a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Lagoa da Prata (SAAE). Aproximadamente 50 mil pessoas do município estão sendo beneficiadas com a conclusão da obra executada pela Companhia. O empreendimento possibilitou a descontaminação dos córregos Chico Félix, Chico Silveira e Chico Messias, na Lagoa Verde, que antes recebiam o esgoto in natura e agora Neto, diretor do SAAE, que também é membro do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco receberão o efluente tratado. “Conseguimos sanar 100% do problema de esgotamento sanitário do município. Estamos atendendo toda a população com tratamento do esgoto”, afirma Astácio Correia . Segundo explica o diretor da Área de Revitalização de Bacias Hidrográficas da Codevasf, Eduardo Motta, as obras de esgotamento sanitário são uma das ações prioritárias da Companhia no âmbito do Programa de Revitalização das Bacias Hidrográficas do São Francisco e do Parnaíba. “Nós nos preocupamos com duas vertentes: uma é a quantidade de água, que sem água não se promove o desenvolvimento regional. E a outra é a questão da qualidade da água. Isso só acontece com a implantação de obras como as de esgotamento sanitário”, destaca Motta. O novo sistema trouxe ganhos para a saúde da população e para o meio ambiente. “Temos bastante orgulho de contribuir para melhoria da qualidade de vida da população ribeirinha do São Francisco, principalmente daqueles que sobrevivem do rio, a exemplo dos pescadores”, finaliza o diretor. “É muito importante tudo isso. A qualidade da água da lagoa vai mudar, sensivelmente, graças a construção dessa estação de tratamento. Vai ser um exemplo para todo Alto São Francisco”, comemora Carlos Brasil Guadalupe, morador do município.
A Lagoa Verde Totalmente Despoluída 

A infraestrutura do sistema de esgotamento sanitário de Lagoa da Prata conta uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), duas estações elevatórias de esgoto e interceptores. “Apesar de a ETE ter entrado em operação há pouco tempo, já se pode perceber o repovoamento de peixes na Lagoa Verde, que segundo os moradores do município é o maior berçário de alevinos da região”, acrescenta o gerente de empreendimentos socio ambientais da Companhia, Fabrício Líbano. Em Minas Gerais, estão em andamento 65 empreendimentos na área de saneamento ambiental, sendo que cerca de trinta já estão operando. Outros municípios beneficiados pela ação no estado foram: Francisco Dumont, Itacarambi, Lontra, Jequitaí, Paineiras e Ubaí. Ao todo, o investimento da Codevasf em Minas nessas ações somam cerca de R$ 645 milhões. Os recursos são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Centro de Educação Ambiental
O Centro de Educação Ambiental, localizado na Estação de Tratamento de Esgoto de Lagoa de Prata, visa conscientizar a população de Lagoa Grande sobre a utilização adequada do sistema de esgotamento sanitário. O local recebe, semanalmente, estudantes de escolas municipais com o principal objetivo de despertar os jovens para a necessidade de preservação dos recursos hídricos, a partir do uso consciente da água e destino correto do esgoto. “ O objetivo é apresentar o ganho social e ambiental dessa ação”, destaca Astácio Correia Neto, diretor do SAAE. O Centro também efetua o recolhimento de óleo de cozinha e outros materiais para evitar que sejam lançados nos rios e córregos, contaminando a água e matando muitas espécies de peixes da região.